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sábado, 11 de setembro de 2010

Personalidade da Semana

Ricardo Coração de Leão



Nome Completo
Ricardo I

Nascimento
Oxford, 8 de setembro de 1157

Morte
Châlus, 6 de abril de 1199

Titulos
Duque da Aquitânia (1168-1199),
Conde de Anjou,
Duque da Normandia e
Rei de Inglaterra (1189-1199).
Ricardo é também conhecido por vários cognomes, entre eles Coração de Leão (Coeur de Lion, Lionheart), Oc et No (sim e não em língua provençal) e Melek-Ric (Rei-Ricardo) pelos muçulmanos do Oriente Médio, que usavam a sua figura para ameaçar as crianças que se portavam mal.

Primeiros anos

Ricardo era o terceiro filho de Henrique II de Inglaterra e Leonor da Aquitânia, depois de Guilherme, Conde de Poitiers, que morreu criança, e Henrique o Jovem. Foi educado essencialmente pela mãe e quando Leonor decidiu separar-se de Henrique II e ir viver em Poitiers no fim da década de 1170, Ricardo acompanhou-a. Enquanto príncipe, recebeu uma excelente educação, mas sobretudo voltada para a cultura francesa. Ricardo nunca aprendeu a falar inglês e pouca ou nenhuma importância deu à Inglaterra durante a sua vida. Essa "negligência" beneficiou seu irmão João, que posteriormente, quando de sua ausência, na terceira cruzada, tentou-lhe usurpar o poder. João também foi o responsável pela Magna Carta.


Ricardo Coração de Leão.Em 1168, tornou-se Duque da Aquitânia em conjunção com Leonor, no âmbito da política de Henrique II em dividir os seus territórios pelos filhos. A medida não obteve os objetivos esperados porque, em 1173, Leonor e Ricardo foram os responsáveis por uma revolta generalizada contra Henrique II que partiu da Aquitânia. O rei controlou os motins no ano seguinte, perdoando a Ricardo e Henrique o Jovem, mas encarcerando Leonor. Talvez por isso e pelo humilhante pedido de desculpas a que foi obrigado, Ricardo nunca se reconciliou totalmente com o pai. Após este episódio, Ricardo teve que lidar ele próprio com diversas revoltas da nobreza da Aquitânia que desejavam vê-lo substituído por um dos irmãos, e que suprimiu com violência.

Com a morte de Henrique o Jovem em 1183, Ricardo torna-se no inesperado sucessor do trono inglês e do Ducado da Normandia. Em 1188, com a relação dos dois que continuava péssima, Henrique II considerou que Ricardo não merecia mais a Aquitânia e tentou entregar este ducado a João Sem Terra, o seu filho mais novo. Ricardo, por sua vez, não gostou de se ver preterido pelo irmão e preparou-se para defender o seu território, pedindo ajuda a Filipe II de França. Juntos, responderam à invasão das tropas de Henrique II, que acabou por morrer pouco depois de ter sido derrotado numa batalha em 1189.

Rei e cruzado

Ricardo tornou-se então rei da Inglaterra, duque da Normandia e conde de Anjou, sucedendo ao pai que detestava, sendo coroado em 3 de setembro, na Abadia de Westminster. Livre para perseguir os seus próprios interesses, Ricardo não permaneceu muito tempo na Inglaterra. Imediatamente após a subida ao trono, começou a preparar a expedição à Terra Santa que seria a Terceira Cruzada. Para tal, não hesitou em esvaziar o tesouro do pai, cobrar novos impostos, vender títulos e cargos por somas exorbitantes a quem os quisesse pagar e até libertar o rei Guilherme I da Escócia dos seus votos de vassalagem por cerca de 10,000 marcos. O único entrave era a ameaça constante que Filipe II de França representava para os seus territórios no continente, e que Ricardo resolveu convencendo-o a juntar-se também à cruzada.

A primeira paragem dos cruzados foi na Sicília em 1190, onde Ricardo e Filipe se imiscuíram na política local, saqueando algumas cidades de caminho. Foi nesta altura e por este motivo que Ricardo comprou a inimizade do Sacro Império e nomeou o sobrinho Artur I, Duque da Bretanha como seu herdeiro.

Em 1191, Ricardo e o seu exército desembarcam em Chipre devido a uma tempestade. A presença de tantos homens foi considerada uma ameaça pelo líder bizantino da ilha, e em breve os conflitos apareceram. A resposta de Ricardo foi violenta: não só se recusou a partir, como massacrou os habitantes das cidades que lhe resistiram, espalhando a destruição na ilha. Depois do cerco de Cantaras, Isaac I Comneno abdicou e Ricardo tornou-se o dono de Chipre. Foi também neste ano que casou com a princesa Berengária de Navarra, numa união a que nunca ligou e que não produziu descendência.

Em junho de 1191, Ricardo chegou à Terra Santa a tempo de aliviar o cerco de Acre imposto por Saladino. Estava já sem aliados, depois de uma série de desavenças com Filipe e o duque Leopoldo V da Áustria. A sua campanha foi um sucesso e granjeou-lhe o estatuto de herói, bem como o respeito dos adversários, mas sozinho com o seu exército não poderia nunca realizar o seu principal objectivo de recuperar Jerusalém para o controle cristão. Além disso, a influência de João na política em Inglaterra e de Filipe II, demasiado próximo agora da Aquitânia e Normandia, obrigavam um urgente regresso à Europa. No Outono de 1192, Ricardo iniciou o caminho de volta, depois de se recusar em ver sequer de longe Jerusalém.

Na viagem de regresso, Ricardo reencontrou Leopoldo da Áustria, que não lhe havia perdoado os insultos recebidos em Chipre, foi feito prisioneiro e mais tarde entregue ao imperador Henrique VI do Sacro Império. O seu cativeiro em Dürnstein, na Áustria, não foi severo e durante os quatorze meses em que foi mantido prisioneiro (dezembro de 1192 a 4 de fevereiro de 1194) Ricardo continuou a ter acesso aos privilégios que a sua condição de rei determinava. O seu resgate custou 150 000 marcos ao tesouro de Inglaterra, soma equivalente ao dobro da renda anual da coroa, o que colocou o país na absoluta bancarrota e obrigou a muitos impostos adicionais nos anos seguintes. Como prova de agradecimento a Deus pela sua libertação, Ricardo arrependeu-se publicamente dos seus pecados e foi coroado uma segunda vez. Apesar do esforço do país para o libertar, Ricardo abandonou a Inglaterra de novo ainda no mesmo ano de 1194 para lidar com os problemas fronteiriços com a França nos territórios do continente. Desta vez para não mais regressar.

Ricardo morreu como consequência de ferimentos provocados por uma flecha que o atingiu no abdómen em abril de 1199. O próprio facto de ter sido atingido naquela zona do corpo é revelador da sua personalidade. Se tivesse usado uma armadura nesse dia, não teria morrido. O seu corpo está sepultado na Abadia de Fontevraud, junto de Henrique II de Inglaterra e de Leonor da Aquitânia.

domingo, 15 de agosto de 2010

Personalidade do Mês

Esse foi o Resultado da Enquete

Empatados em 3º lugar:
Princesa de Gales/ 1 voto / 11%
Julio César / 1 voto / 11%



Empatadas em 2º lugar:
Selena Gomes / 2 votos / 22%
Nivea Soares / 2 votos / 22%



E em 1º lugar !

Eva Green



com 3 votos e 34% dos votos !



Toma camila eu Não falei pra você que seria a Eva Green! HeHeHe !

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Acontecimento da Semana ( Da Semana Passada )

Cerco de Jerusalém
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre

Data
7 de Junho a 15 de Julho de 1099
Local
Jerusalém
Resultado
Vitória dos cruzados
Mudanças Territoriais:
Fundação do Reino Latino de Jerusalém pelos cruzados

Combatentes
Cruzados X Fatímidas

Comandantes
Raimundo IV de Toulouse
Godofredo de Bulhão X Iftikhar ad-Daula

Forças
1.500 cavaleiros e 20.000 soldados de infantaria X 1.000 soldados

Baixas
N/D X 6.000 a 40.000, entre soldados e civis

O cerco de Jerusalém ocorreu durante a Primeira Cruzada, de 7 de Junho a 15 de Julho de 1099, opondo os cruzados à cidade de Jerusalém, sob o domínio dos fatímidas. Com a conquista da Cidade Santa, a cruzada cumpriu os seus objectivos e foi estabelecido o Reino Latino de Jerusalém, que permaneceria uma entidade geopolítica na Terra Santa durante quase dois séculos.

Antecedentes


Rota da Primeira cruzada

Depois de concluído o cerco de Antioquia, que resultou num extremar da violência dos cruzados face aos muçulmanos e no massacre dos habitantes da cidade, os ocidentais continuavam com poucos mantimentos. Ineficazes na avaliação e protecção das linhas de provisões, os peregrinos sofriam com a fome generalizada e a falta de equipamento adequado. A pilhagem dos arredores de Antioquia levou a situações extremas, como o canibalismo no cerco de Marra.

Descontentes, os nobres menores e os soldados ameaçaram seguir para Jerusalém sem os seus líderes mais notáveis. Sob esta pressão, a 13 de Janeiro de 1099 Raimundo IV de Toulouse liderou a marcha para a Cidade Santa, descalço e vestido como um peregrino, deixando o seu grande rival Boemundo de Taranto livre para fundar o Principado de Antioquia.

Roberto II da Normandia e Tancredo de Hauteville tornaram-se vassalos do poderoso conde de Toulouse, que pôde custear as despesas destes nobres. Godofredo de Bulhão recusou-se a fazer o mesmo, apoiado pelo seu irmão Balduíno de Bolonha, conde de Edessa desde 1098.

Percorrendo a costa do mar Mediterrâneo, os cruzados enfrentaram pouca resistência, uma vez que os pouco poderosos governantes muçulmanos locais preferiram comprar uma paz com provisões em vez de lutar. Também é provável que estes, pertencentes ao ramo sunita do Islão, preferissem o controlo de estrangeiros ao governo xiita dos fatímidas.

Cerco de Arqa

O emirado de Trípoli encontrava-se no percurso da cruzada. Em 14 de Fevereiro o conde de Toulouse iniciou o cerco de Arqa, uma cidade deste domínio. Provavelmente, uma das suas intenções seria fundar um território independente em Trípoli que limitasse a capacidade de Boemundo expandir o seu principado para sul.

Entretanto, Godofredo de Bulhão e Roberto II da Flandres, que também se recusara a tornar-se vassalo de Raimundo de Tousouse, saíram de Antioquia para se juntarem aos restantes cruzados em Latakia e marcharam para sul em Fevereiro.

Este exército chegou também a Arqa em Março, mas o cerco arrastava-se. A situação tornara-se tensa não só entre os líderes militares, mas também entre o clero: desde a morte do legado papal Ademar de Monteil, não havia um líder espiritual reconhecido por todos, e desde a descoberta da Santa Lança por Pedro Bartolomeu durante o cerco de Antioquia, diferentes facções acusavam-se de fraude.

Os fatímidas tentaram acordar uma paz com os cruzados para estes não continuarem para Jerusalém, mas foram recusados - esse era o objectivo da Primeira Cruzada. O cerco de Arqa demorou até 13 de Maio e, apesar de algumas conquistas menores nos arredores, esta cidade não foi tomada. Por voltar a atrasar a cruzada, Raimundo de Toulouse perdeu ainda mais apoios. Ao chegarem a Trípoli, o governador da cidade ofereceu-lhes dinheiro e cavalos e também prometeu converter-se ao cristianismo se os latinos conseguissem conquistar a Cidade Santa aos seus inimigos fatímidas.

Continuando para sul ao longo da região costeira do Mediterrâneo, os peregrinos passaram por Beirute a 19 de Maio e Tiro no dia 23. Em Jaffa abandonaram a costa e a 3 de Junho alcançaram Ramla, que tinha sido abandonada pelos seus habitantes. Antes de continuarem a marcha, estabeleceram o bispado de Ramla-Lida na igreja de São Jorge, um santo popular entre os cruzados. A 6 de Junho Godofredo enviou Gastão IV de Béarn e Tancredo de Hauteville para a conquista de Belém, onde o segundo seria muito criticado por hastear o seu estandarte na Igreja da Natividade.

Cerco de Jerusalém


Mapa de Jerusalém durante as Cruzadas

A 7 de Junho de 1099 os cruzados chegaram finalmente a Jerusalém, acampando no exterior da cidade. O exército cristão ficara reduzido a cerca de 1.500 cavaleiros e 20.000 soldados de infantaria, carentes de armas e provisões. Tal como em Antioquia, a Cidade Santa foi sujeita a um cerco no qual os sitiadores terão sofrido tanto ou mais que os sitiados, devido à falta de alimentos e água.

Jerusalém estava bem preparada para o cerco, e o governador Iftikhar ad-Daula tinha expulso a maioria dos cristãos da cidade. Godofredo de Bulhão, Roberto II da Flandres e Roberto II da Normandia cercaram as muralhas a norte e até à Torre de David. Raimundo montou o seu campo a oeste, da Torre de David até ao monte Sião.

O primeiro assalto directo às muralhas, a 13 de Junho, foi um fracasso, e à medida que homens e animais morriam de fome e de sede, os cruzados sabiam que o tempo estava contra o seu exército. Pouco depois deste ataque, uma frota da República de Génova, liderada por Guilherme Embriaco, chegou ao porto de Jaffa. Os cristãos puderam então abastecer-se parcialmente e desmantelar os navios, usando a madeira destes e a apanhada em Samaria para construir torres de assalto.

No fim do mês de Junho, depois de mais ataques fracassados, surgiu a notícia do avanço de um exército fatímida do Egipto. Face a uma tarefa aparentemente impossível, um padre chamado Pedro Desiderius ofereceu uma solução de fé: afirmou que uma visão divina lhe tinha dado instruções para que os cristãos jejuassem durante três dias e depois marchassem descalços em procissão ao redor das muralhas da cidade; estas cairiam em nove dias, da mesma forma que a Bíblia relata ter acontecido com Josué no cerco de Jericó.

Apesar de já há muito haver fome no campo cruzado, estes jejuaram e a 8 de Julho realizaram a procissão, com o clero tocando trombetas e cantando salmos, sob o escárnio dos defensores de Jerusalém. A procissão parou no Monte das Oliveiras, onde Pedro o Eremita, Arnulfo de Chocques e Raimundo de Aguilers pregaram os seus sermões.

Conquista e massacre

Na noite de 14 de Julho os cruzados começaram a usar as torres de assalto para se aproximarem das muralhas. Na manhã do dia 15 (uma sexta-feira santa, sete dias depois da procissão), a torre de Godofredo de Bulhão alcançou a sua secção na porta do canto nordeste.

Vários nobres reclamariam a honra de terem sido os primeiros a penetrar em Jerusalém. Segundo uma das crónicas da época, a exacta sequência terá sido Letoldo e Gilberto de Tournai, depois Godofredo de Bulhão e o seu irmão Eustácio III de Bolonha, Tancredo de Hauteville e os seus homens. Outros cruzados entraram pela antiga entrada dos peregrinos. O avanço da torre de Raimundo de Saint-Gilles foi travado por uma vala, mas assim que outros cruzados foram invadindo a cidade, o guarda da porta assediada rendeu-se ao conde de Toulouse.

Durante a tarde e noite do dia 15 e manhã do dia seguinte, os cruzados massacraram a população de Jerusalém - muçulmanos, judeus e cristãos do oriente. Muitos muçulmanos tentaram refugiar-se na mesquita de Al-Aqsa, onde "…a matança foi tão grande que os nossos homens patinhavam em sangue até aos tornozelos…" e, segundo Raimundo de Aguilers: "os homens andavam a cavalo com sangue até aos joelhos e aos freios". O cronista Ibn al-Qalanisi escreveu que os defensores judeus procuraram refúgio na sua sinagoga, mas os "francos incendiaram-na sobre as suas cabeças", matando todos os que estavam lá dentro. Os cruzados circundaram o edifício em chamas enquanto cantavam "Cristo, Adoramos-vos!".

Godofredo de Bulhão não teria participado deste aspecto mais violento da conquista. Tancredo de Hauteville e Raimundo IV de Toulouse teriam tentado proteger alguns grupos da fúria assassina, mas na generalidade falharam: Tancredo tomou o bairro do Templo e ofereceu protecção a alguns muçulmanos, mas depois não conseguiu evitar (ou teria mesmo acabado por ordenar) as suas mortes às mãos dos seus companheiros. O governador fatímida Iftikhar ad-Daula retirou para a Torre de David, que rendeu a Raimundo em troca da sua saída segura e da sua guarda para Ascalon.

A Gesta Francorum afirma que algumas pessoas conseguiram escapar ilesas e, segundo o(s) seu(s) autor(es) anónimo(s), "Quando os pagãos foram vencidos, os nossos homens capturaram grandes números, tanto homens como mulheres, matando-os ou aprisionando-os, conforme desejavam". A maioria dos relatos só diverge na descrição da quantidade de cadáveres amontoados ou de sangue que escorria pelo chão. A estimativa do número de mortos varia entre 6.000 e 40.000, com os cristãos a falar de 10.000 e os muçulmanos de 70.000. Segundo o arcebispo Guilherme de Tiro, os próprios vencedores ficaram impressionados de horror e descontentamento.

Consequências

Assim que a tomada da cidade foi concluída, era necessário estabelecer um governo. A 22 de Julho, realizou-se um concílio na Igreja do Santo Sepulcro. Raimundo IV de Toulouse foi o primeiro a recusar o título de rei, talvez tentando provar a sua piedade, mas provavelmente esperando que os outros nobres insistissem na sua eleição.

Godofredo de Bulhão, que se tornara no nobre mais popular depois das acções do conde de Toulouse no cerco de Antioquia, aceitou o cargo de líder secular, mas recusou-se a ser coroado rei na cidade onde Cristo usara a coroa de espinhos. O seu título ficou assim mal definido - teria sido Advocatus Sancti Sepulchri (Protector do Santo Sepulcro), princeps (príncipe) ou dux (duque). Raimundo terá ficado desagradado com isto e saíu com o seu exército para acabar por cercar Trípoli.

Aproveitando esta ausência, Arnulfo de Chocques, a quem o conde de Toulouse e opunha devido ao caso de Pedro Bartolomeu e da Santa Lança, foi eleito o primeiro patriarca latino de Jerusalém a 1 de Agosto, sobrepondo-se ao patriarca ortodoxo grego da cidade. A 5 de Agosto, depois de consultar os sobreviventes locais, Arnulfo descobriria ele mesmo outra relíquia: a cruz na qual Cristo teria sido crucificado.

A 12 de Agosto teria lugar a última batalha da Primeira Cruzada - em Ascalon, Godofredo de Bulhão e Roberto II da Flandres venceram os fatímidas, com a Vera Cruz na vanguarda do exército. Depois disto, a maioria dos cruzados, entre os quais Roberto da Flandres e Roberto II da Normandia, considerou os seus votos cumpridos e voltou para a Europa. Segundo Fulquério de Chartres, apenas algumas centenas de cavaleiros permaneceram no reino recém-formado.


Reino Latino de Jerusalém e outros Estados Cruzados em 1135

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Personalidade da Semana

Eva Green
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.



Nome completo
Eva Gaëlle Green

Nascimento
5 de Julho de 1980 (30 anos)
Paris, França

Ocupação
Atriz e Modelo

Trabalhos notáveis
Os Sonhadores
Cruzada
007 - Cassino Royale

Premiações
-Empire Awards Melhor Estreante Feminina (2006)
-BAFTA Melhor Nova Atriz (2007)
-Personalidade do Mês de Agosto(2010)

Eva Green é uma atriz francesa. Ficou conhecida após interpretar a bond girl Vesper Lynd no filme 007 - Casino Royale.



Biografia
Eva nasceu na França, filha da atriz Marlène Jobert e de um dentista sueco, Walter Green, e passou parte da infância na Inglaterra. Aos quatorze anos, assistindo ao filme A História de Adele H, com Isabelle Adjani, resolveu ser atriz como a mãe. Trabalhava no teatro, ainda adolescente, antes de ser lançada por Bernardo Bertolucci como uma lolita sensual no filme Os Sonhadores, que causou polêmica pelas várias cenas de nudez dela inseridas no enredo. Na época, ela criticou a imprensa americana que ficou chocada com o erotismo do filme: "Não entendo por que os americanos ficaram incomodados com isso. Não entendo por que eles não podem ver uma pessoa nua na tela e nós podemos ver um bebê ser assassinado num filme deles."

Depois de filmar Cruzada em Hollywood com o diretor Ridley Scott, ela alcançou o estrelato internacional como a bond girl Vesper Lynd, em Casino Royale, com o ator Daniel Craig. Em 2007 atuou novamente com Craig no filme A Bússola de Ouro, baseado no livro homônimo de Philip Pullman, no papel da bruxa Serafina Pekkala. Green também é bastante requisitada pelo mercado publicitário de moda e beleza, tendo feito campanhas para Armani, Christian Dior e Lancôme, mesmo depois de ter se tornado uma estrela internacional do cinema.



Fatos

A revista Entertainment Weekly a considerou a quarta maior bond girl de todos os tempos.

Foi o cineasta italiano Bernardo Bertolucci que a descobriu nos palcos franceses e a convidou para participar de Os Sonhadores. O diretor chegou a dizer que ela "tem uma beleza indecente."

Seu filme favorito é Gritos e Sussurros, de Ingmar Bergman.

Tem uma irmã gemêa chamada Joy, nascida dois minutos antes dela.

Apesar de sua imagem de cabelos negros desde que iniciou no cinema, Eva é loira de nascença.

Ela é fã dos diretores François Truffaut,Ingmar Bergman,Tim Burton,Lars von Trier,David Lynch,e David Fincher.

Eva também admira as atrizes Lauren Bacall,Marlene Dietrich,Bette Davis,Jeanne Moreau,Cate Blanchett,Juliette Binoche,e Helena Bonham Carter.

Lars von Trier, David Lynch e David Fincher são alguns de seus diretores favoritos.
Ela gostaria de trabalhar com Tim Burton, Stephen Daldry, Spike Jonze e Michel Gondry.

Ela gosta de realizadores que têm um mundo próprio.

Eva gostaria de matar alguém de seu próximo filme. Ela gostaria de realizar um serial-killer.

Ela também gostaria de fazer umacomédia, mas "apenas se, realmente, tiver um bom roteiro."

No Oscar foi co-apresentadora da cerimônia na 79ª edição de entrega do prêmio, realizada em 2006, na qual apresentou a categoria Melhor Documentário (Curta-Metragem) ao lado de Gael Garcia Bernal.

É atéia.

Arredia à ostentação que o cinema proporciona, Eva já declarou que não quer ser uma estrela hollywoodiana. "Quero fazer simplesmente meu trabalho e desfrutá-lo. Meu objetivo é encontrar minha verdadeira identidade e mantê-la em mim."

Tem ascendência sueca,francesa, espanhola e turca.

Compõe música para flauta e piano.

Prima da cantora / atriz Elsa Lunghini.

Sobrinha da atriz Marika Green.

Seu sobrenome é pronunciado "gren" e não "grin".

Gosta de música clássica,entre seus músicos favoritos estão Ani DiFranco,Chopin e Mahler.

Fala inglês e francês fluentemente e esta aprendendo japonês.

Estudou Inglês em Ramsgate, Londres.

Suas cidades preferidas são Londres,Berlim e Paris.

Seus artistas favoritos são Gustav Klimt e Egon Schiele.

É fã dos atores Edward Norton e Joaquin Phoenix.

Disse certa vez que se tivesse um tipo de homem favorito,seria parecido com o ator Liam Neeson.

Perdeu para Rachel Weisz o papel de Tessa Quayle em O Jardineiro Fiel(2005).

Sua cor favorita é o preto.

Quando Eva estava crescendo, ela queria ser uma Egiptologista, após uma visita ao Louvre.

Namora com o ator, neo zelandes, Marton Csokas ,que contracenou como seu marido em "Cruzada".

Mora em Primrose Hill,Londres, desde 2005.

Sua influencia na moda é a atriz Kirsten Dunst.

Gosta de visitar museus vivos.

Gosta tambem da arquitetura chinesa e indiana.



Filmografia

Ano Filme -------------- Papel
2003 Os Sonhadores ----- Isabelle
2004 Arsène Lupin ------- Clarisse de Dreux-Soubise
2005 Cruzada ------------- Sibylla
2006 Casino Royale ------- Vesper Lynd Won - BAFTA Melhor Nova Estrela - Empire Awards Melhor Estreante Feminina
2007 A Bussola de Ouro -- Serafina Pekkala
2009 Franklyn ------------ Emilia/Sally
2010 Cracks --------------- Miss G
2010 Womb --------------- Rebecca
2010 The Last Word ------ Susan
2011 Camelot ------------ Morgana Le Fay - Serie de TV